Vale a pena ouvir de novo

Drogas, sexo e Rock and roll

Ao interpretar uma imagem, o indivíduo levará em conta os conhecimentos adquiridos no decorrer da vida. Elementos dessa imagem levarão a lembrá-lo de objetos conhecidos da memória. É o que acredita o professor de cinema francês Jacques Aumont. Com a música, pode não ser diferente.

Falar, hoje, em um ícone da música brasileira e do rock and roll, para aqueles que viveram na década de 1980, e de outras gerações também, é fazê-los recordar de… Cazuza.

Agenor de Mirando Araújo Neto, o famoso, e para muitos, inesquecível Cazuza. Tornou-se conhecido por suas composições, mas também devido à rebeldia e polêmica vida que levou até os últimos dias de existência.

Em parceria fortíssima com Roberto Frejat, o cantor comandou a banda Barão Vermelho de 1981 a 1985. Daí então, Cazuza seguiu carreira solo e o sucesso permaneceu com ele, até a sua morte, em 1990… ou além.

Para muitos, Cazuza foi mais do que um simples cantor, foi um poeta.

Em meio às drogas, bissexualismo, AIDS e melodias, Cazuza garantiu um espaço na música brasileira, e de onde não sairá.

Porque o tempo não pára, não pára, não, não pára…

Vale sempre a pena ouvi-lo novamente.

Beijos,

Gabi

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